Ilustração | Picoca e as coisas revoltadas

Prólogo

Salve pessoas do mundo vivente de meu Deus!  Sim! Eu não morri! E sim eis aqui um dos piores começos de post, dos mais “ridicularizaveis” (meu deus!) possível para compensar a longa e dolorida ausência.

Gostaria de salientar, antes de falar deste maravilhoso trabalho quem intitula este post,  que tamanha “sumida” deu-se ao fato de eu estar trabalhando como um camelo no deserto desde que mudei de ares. Agora estou numa nova empreitada no alto da serra, na selva de pedra, paulicéia desvairada, Yes sir! São Paulo! Com pessoas únicas e maravilhosas oportunidades num projeto do Governo Federal que terá seu devido destaque num post a ser formulado com muito carinho em breve, pois, como a fila de job’s esta grande, vamos à este que foi um dos mais bacanas freelas que já fiz até hoje.

—–x—–

Diagramação e ilustração do livro “O Menino Pipoca e a greve das coisas”

Trata-se de uma experiência inédita para minha carreira, apesar de sempre ter desenhado muita coisa diferente nessa minha vida de ilustrador.

E por se tratar de algo único, pensei: por que não me inspirar naquilo que até hoje habita minha memória de criança? Pois bem, concebi as artes para serem diagramadas no formato quadrado inspirado numa certa coleção de livros de capa dura de um tio Walt. Para minha sorte a minha patroa tem uma coleção generosa de obras da época em que as ganhou de minha sogra!

 

Resumindo (mau e porcamente) a bela estória saída da cachola da magnífica autora Denise Marino: Pipoca, que ganha este bizarro nome do avô ainda na maternidade, cresce sendo muito traquina, bagunceiro e mal criado. Até o dia em que as coisas da casa decidem se revoltar contra seu comportamento gerando uma porção de desventuras e lições que transformam a relação de Pipoca e as coisas de sua casa.

Para o menino pipoca, eu visualizei um menino do cabelo encaracolado, loiro para simbolizar o milho da pipoca. Já que estourado mesmo ele ficava quando aprontava das suas.

Para as coisas eu procurei não inventar nada muito diferente do tradicional cartoon de olhos e mãos óbvias (quando possível), talves, por se tratar de um livro destinado aos pequeninos…rs…

Eis algumas previas finais.

 

Arte Conceitual || Banda Mais 1 dia

Saudações terráqueos.

Voltando do limbo da vida atarefada do novo mundo (que é trabalhar em São Paulo) eu decidi dar o ar da graça novamente, eu diria tardiamente, queria postar uma das várias coisas que estão na minha cachola.

Tardiamente por que este post, por exemplo, era para sair na semana do Rock!!!
Por tanto vamos lá!

Mais 1 dia foi uma das várias faces musicais que meu irmão formou com alguns amigos dele em Bragança Paulista – SP (outro dia falo mais sobre a veia musical da família) com o seguinte release (ó que chiquê): A banda +1DIA é a reunião de 5 amigos interessados em trocar experiências e utilizar tudo que faz parte de seu cotidiano e demais situações à que estamos expostos, mesclando um som alternativo com o punk rock e letras expressivas, com somente duas coisas em mente: Tocar e se divertir através de criticas e mensagens bem barulhentas pra cutucar a consciência de quem vestir a carapuça!

Ou seja: Algo bem despretensioso, sem nenhuma preocupação com o sucesso e, o mais importante, sujo (no aspecto visual) e sem padrões.

Eu confesso que dos integrantes da banda: Luciano Piu (mermão vocalista), Antônio Preto (Guitarra), Lê BMX (Hip hop, rap e scretchies[?]), Snoopy (baixo) e Bogus (bateria)…o mais crente de sairia alguma coisa desta bagunça era….eu, hahaha…

Pena que acabou…fica o case…por tanto vamos as peças:

O logotipo, a meu ver, poderia ter uma imagem que apelaria ao sentimento de revolta e que chocasse de certa forma. Por isso, baseado no layout de algumas ilustrações vintage, eu peguei um coração e fiz isso:


Uma vez que tratava-se de uma banda de punk-rock eu procurei não inventar moda e me apegar ao clima e histórico de alguns artistas não muito limpos ou puritanos. Desenvolvi a seguinte Concep art (olhaí mestre Engelman!) para o cartaz de divulgação dos shows:

Derivando desta linha: as fichas descritivas dos integrantes….

…pensando em dar mais profissionalismo ao material da banda, decidi bolar um tipo de release virtual… tente baixar a versão completa aqui

Pensando em gerar peças interativas e virais para internet eu bolei as seguintes peças:

1- Wallpapers conceituais sobre as letras das músicas:

Com base nesses fiz este gif animado para funcionar como anúncio ou cabeçalho. Notem que a transição deixa as imagens manchadas e sujas, ou seja, bem punk!

que casou bem com um layout pressetado do wordpress.com para um blog…

E brincando um pouco com temas alheios ao layout, fiz estes wallpapers inspirados em temas da atualidade….

…ou em um artista em particular, o Mestre Manara, que por coincidência tinha uma arte que abordava o tema de uma letra das canções….

bem como criei também uns avateres para redes sociais…

     

E pra bater na imagem da banda eu fiz os tradicionais wallpaper, avatar e layout para mala direta por e-mail…

Cheguei até a brincar com a carica dos caras…mas aí já era tarde…a fagulha só fez fumaça…depois de uma apresentação em minas eles decidiram partir pra cada lado e hoje fica a saudade deste tempo…e estes trabalhos para vocês opinarem aqui.

Espero voltar logo.

Abraços a todos!

E bora criticar!

A Fé na arte!

Uma experiência única e muito descritível (ao contrário do jargão)!

Durante o sábado passado, dia 07/05/2011 vai ficar marcado para sempre na minha memória. Poderia dizer que tudo começou na noite de sexta-feira com a recepção maravilhosa do Mestre Engelman.

tudo por que à princípio ele foi meu professor de In Design Cs2, em seguida avaliador de trabalhos pela net e em seguida grandiosíssimo amigo pelos pitacos e valiosos conselhos que tanto vem agregando ao meu conhecimento com a curta convivência, que espero, seja longa e duradoura.

Acontece que, graças a sua humilde e generosa visão apurada, ele enxergou no meu trabalho e nas minhas rabiscadas algo interessante que pudesse ser retransmitido e me sugeriu na lata, “topas uma palestra na impacta?”

Titubeando no início eu topei em uma segunda respirada profunda e aceitei o desafio: tentar quebrar a barreira que, como a maioria dos artistas, nos é imposta por um “código de defesa inconsciente” e “dizemos: não é pra mim”.

Só que sim, esta e outras oportunidades são com certeza para mim e para qualquer um dos profissionais e estudantes que estiveram presentes na palestra que tenham, além de uma bagagem e experiências para reverberar, muito desejo por interagir de formas mais surpreendentes possível.

Vou confessar uma coisa para vocês: desde que me conheço por gente, eu adoro estar em lugares aglomerados e com diferentes tipos de pessoas com seus contrastes e personalidades individuais compondo um cenário alternativo e eclético. O metrô para mim até hoje era minha referencia disto. Depois de sábado com certeza “palestrar” passou a integrar minha enciclopédia pessoal para definir este sentimento.

Numa só oportunidade pude observar tantas pessoas diferentes entre si e ao mesmo tempo iguais a mim: apaixonadas pelo desejo de sentar numa cadeira com uma mesa repleta de papéis lápis e uma idéia na cabeça para esmiuçar até a última ponta do grafite.

Cheguei até aqui (grandes coisas, huahauah, to no começo ainda, ok?) por que sempre fui muito cara de pau, além da tal coragem que identificou o amigo / mestre Engelman citou, mas muito além disso, eu acredito no que faço. Sem esta fé na minha capacidade, em que necessito desenvolver-me sempre, para atender as expectativas de quem confia no meu trabalho e além disso no que eu acredito e me proponho a criar.

Já li no clube do designer muitos relatos quanto às barreiras e preconceitos que muitos de nós enfrentaram (ou enfrentam até hoje) para poder se alimentar dessa força que nos♫ leva a cantaaaaaaar…por isso uma força estranhaaaaa no aaaar♪…er…ops…vertente errada…essa força que nos leva a criar as nossas artes para não morrer da verdade dura e fria! Parafraseando Niechtze E isso amigos ganha um gigantesco significado numa minúscula palavra monossílaba de duas letras: fé.

E eu vi isso na figura de um menino com que eu conversei instantes antes de iniciar a empreitada, quando ele estava ali, sentado no chão em frente a porta da sala onde ia rolar a palestra na maior naturalidade. O Engelman registrou, não sei se de propósito, alguns momentos nos quais eu me vi tempos atrás.

Quem diria o mala do Celo sendo “tietado” por um artista em “gestação”, menino que eu não sei o nome (Outch!)

Thiago e a Carol se arriscaram a desenhar um cara tão gato como eu (BLAAAAARGH!) registrados já aqui no escritório de Santos.

Agradeço ao Eduardo e demais profissionais da Impacta, ao camiseteria,  ao Gustavo Duarte,  ao Eduardo Baptistão, ao Rodrigo Arraya, aos meus colegas de trabalho Amparo, Salgado, kond e Mica que me deram vasta cobertura enquanto eu formatava e pesquisava para a palestra, a minha família  e acima de tudo à Deus por esta valiosíssima oportunidade que, espero ser a primeira de muitas.

Aguardem….vou reverberar os contatos que começarem daqui em diante, ok?

Panaderia Compostela

Panificadora é Padaria em espanhol. Aprendi mais essa durante a pesquisa de referencias para criar para dois clientes que inagurarão uma Padaria em Guarujá.  Trata-se da Panedria Compostela. Uma referência a viajens que eles fizeram a esta mítica religiosa cidade.

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Superman fã arts

Taí minha homenagem e estudo de Photoshop feito dia desses…avaliem e deem sua opinião.

Quero um Superman muito mais “físico”, como classificou o diretor do filme.

Traduzindo: porrada e sacadas de tirar o fôlego! Sem as fanfarronices do Lex Lutor. Quero ver coisa nova!

A seguir da imagem (do Lendário Cristopher Reeve R.I.P) usada como fonte, abaixo, às propostas de persongens.

Outro dia publico aqui uma resenha sobre como o Super, nas mãos de Jhon Byrne,  me influenciou diretamente a gostar e aprender  a desenhar